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Plano de Intervenção para a Floresta 2025-2050 foi apresentado
22/03/2025
Plano de Intervenção para a Floresta 2025-2050 foi apresentado
O Plano de Intervenção para a Floresta 2025-2050 foi apresentado pelo Governo, sob o slogan “ Floresta 2050 FUTURO+VERDE”, no Dia Internacional das Florestas, 21 de março, numa cerimónia que decorreu na UTAD, em Vila Real.
Trata-se de um investimento de 6.500 milhões de euros ao longo de 25 anos, o plano visa impulsionar a sustentabilidade da floresta em Portugal, através de mecanismos de apoio à gestão florestal e à preservação dos recursos naturais.
O Plano Floresta 2050 reconhece que os territórios rurais que representam 14% da população portuguesa, cerca de 1,5 milhões de pessoas enfrentam graves desafios, incluindo a presença de 3,5 milhões de prédios rústicos em heranças indivisas, que representam três vezes a população residente, e são diretamente impactados por fenómenos como as alterações climáticas, a expansão das espécies invasoras e os incêndios rurais.
O documento estabelece um conjunto de 19 Medidas e de 154 ações estratégicas para enfrentar estes desafios a valorizar a gestão da floresta. Entre as principais metas do plano, destacam-se a melhoria da gestão e conhecimento da propriedade florestal, a valorização da atividade florestal, o incentivo à inovação, o reforço da resiliência da floresta contra incêndios, pragas e espécies invasoras e a simplificação da governação e processos administrativos relacionados com o setor.
Trata-se de um investimento de 6.500 milhões de euros ao longo de 25 anos, o plano visa impulsionar a sustentabilidade da floresta em Portugal, através de mecanismos de apoio à gestão florestal e à preservação dos recursos naturais.
O Plano Floresta 2050 reconhece que os territórios rurais que representam 14% da população portuguesa, cerca de 1,5 milhões de pessoas enfrentam graves desafios, incluindo a presença de 3,5 milhões de prédios rústicos em heranças indivisas, que representam três vezes a população residente, e são diretamente impactados por fenómenos como as alterações climáticas, a expansão das espécies invasoras e os incêndios rurais.
O documento estabelece um conjunto de 19 Medidas e de 154 ações estratégicas para enfrentar estes desafios a valorizar a gestão da floresta. Entre as principais metas do plano, destacam-se a melhoria da gestão e conhecimento da propriedade florestal, a valorização da atividade florestal, o incentivo à inovação, o reforço da resiliência da floresta contra incêndios, pragas e espécies invasoras e a simplificação da governação e processos administrativos relacionados com o setor.
A Floresta e os espaços florestais desempenham um papel fundamental no território nacional, representando 69% do espaço total do país, envolve cerca de 92 mil trabalhadores, e tem um elevado contributo para a economia nacional (cerca de 6% do PIB nacional).
Para a Forestis este Plano constitui uma oportunidade única para alavancar intervenções estruturantes no setor florestal. A Forestis e as suas Associadas estão disponíveis e empenhadas na concretização das medidas e das ações previstas neste documento.
Para a Forestis este Plano constitui uma oportunidade única para alavancar intervenções estruturantes no setor florestal. A Forestis e as suas Associadas estão disponíveis e empenhadas na concretização das medidas e das ações previstas neste documento.
A Associação Florestal de Portugal foi uma das entidades nacionais que participou ativamente na elaboração deste Plano.

Fonte Ministério da Agricultura e Pescas
Objetivos:
Potenciar o valor económico, ambiental e social da floresta, através da
maximização do rendimento dos proprietários, incentivo à gestão florestal
sustentável e aumento da eficiência produtiva.
maximização do rendimento dos proprietários, incentivo à gestão florestal
sustentável e aumento da eficiência produtiva.
Promover uma gestão administrativa acessível e eficiente, eliminando
entraves burocráticos e facilitando o acesso a serviços, ferram entas e
incentivos que apoiem os agentes do setor florestal.
entraves burocráticos e facilitando o acesso a serviços, ferram entas e
incentivos que apoiem os agentes do setor florestal.
Garantir a segurança e a sustentabilidade dos territórios, reforçando a
prevenção e mitigação de riscos, nomeadamente, de incêndio rura l, de pragas
e doenças florestais e de espécies invasoras.
Resolver desafios estruturais e administrativos associados à fragmentação
da propriedade rústica, promovendo um modelo de gestão eficiente,
sustentável e alinhado com as necessidades dos proprietários e do território.
Potenciar um Pacto Nacional para a Floresta, garantindo sustentabilidade
económica, ambiental e social.